Um romance com toques inusitados? Uma nova rede de afetos? Os logos que mostram a diferença? Tem tudo isso e muito mais!

Sim, tudo bem: o verão é mesmo uma festa. E é claro que essa festa fica bem melhor com as quatro indicações do Brasil ao Oscar. Aqui onde eu estou, em Salvador, todos os preparativos são para os festejos de Iemanjá, no dia 2 de fevereiro: muitos paulistas, principalmente uma turma de modernos e a turma das artes, desembarcam aqui querendo pegar carona nesse axé, no hype. É tudo bem engraçado, essa é a verdade.

Tenho acompanhado as notícias e não faltam motivos pra gente se preocupar, de feminicídio galopante à segurança pública: é muita coisa de ruim acontecendo, passando, é claro, pelo Banco Master — como não falar dele?

O sol está gritando por aqui enquanto vejo chuva pelo Rio e por São Paulo. O ano está prestes a começar de fato porque, sinceramente, não vou esperar o Carnaval para colocar meu bloco na rua. Tenho feito reuniões, tenho trabalhado bastante, estou pronta para crescer. Férias são boas pra isso, né: para dar saudades da gente querer produzir, se engajar, enfrentar desafios. Vamos lá?


NA FILA DO PÃO

Sabe aquele ritual do primeiro encontro que parece teste de elenco? Reserva no restaurante da moda, luz boa, roupa produzida, conversa ensaiada e um sorriso que dura mais do que a sobremesa? Pois a Geração Z, ao que tudo indica, cansou do teatro e resolveu deslocar o romance para onde a vida acontece de verdade: na lista de pendências. Chamaram isso de “choremance”, uma mistura simpática de chore (tarefa) com romance. E é bem isso: transformar o “preciso fazer” em “vamos juntos”.
Em vez de jantar à luz de velas, o convite agora é quase doméstico: devolver um pacote, fazer compras no supermercado, passear com o cachorro, ir à academia, passar na farmácia. Nada de cenário artificial. É o amor encaixado no intervalo entre o trabalho e a sobrevivência. Um namoro com senso de logística. E, se você parar para pensar, faz todo sentido num mundo em que todos vivem correndo, tentando dar conta de tudo, sempre com a sensação de estar atrasado.
Mas o interessante dessa onda não é só a praticidade, mas sim o que ela revela: uma ida ao mercado é um detector de realidade. Ali, empurrando o carrinho e escolhendo sabão em pó, dá para ver sem filtro — por exemplo, como a pessoa trata quem trabalha ali. Se consegue largar o celular por cinco minutos. Se tem paciência com a fila ou se entra em colapso por causa de um “um minutinho”. A rotina tira a maquiagem emocional e talvez seja justamente por isso que tanta gente esteja preferindo esses encontros sem glamour: eles não pedem performance, pedem presença.
Ao mesmo tempo, tem um paradoxo delicioso e meio cruel nisso tudo: a troca do espetáculo pelo cotidiano. Ótimo, mas também corre o risco de transformar até o romance em produtividade: “vamos nos amar enquanto resolvemos boletos”. Será que é liberdade ou é cansaço? Será que é conexão ou é só uma tentativa de caber na agenda? Fico aqui pensando…
De todo modo, tem algo bonito nessa mudança: o romance não como fuga da vida real, mas como encaixe dentro dela. Porque se a química resiste ao corredor de produtos de limpeza, às decisões pequenas e às filas, talvez exista ali uma chance real de dar certo. Concorda?


TROPICALIENTE

Enquanto o mundo lá fora declara a solidão como a nova crise de saúde global — com a OMS alertando que o isolamento já atinge uma em cada seis pessoas —, parece que a América Latina guarda, meio sem querer, a fórmula da imunidade. Por aqui, a história é outra: dados recentes mostram que 72% dos latino-americanos afirmam ter com quem contar, seja família, amigo ou vizinho.
A diferença não está no PIB, mas no estilo de vida. A gente sempre soube que viver em comunidade é estratégia de sobrevivência. É a cultura da "casa aberta", onde as relações se estreitam sem tanta cerimônia. Tipo convite de última hora, sabe? Em muitos lugares seria falta de educação, mas por aqui é prova de intimidade e espontaneidade. A nossa agenda é flexível, o afeto é urgente.
O conceito de "família estendida" também ajuda: amigos viram parentes e a mesa de jantar é elástica — a boa comida de panela sempre rende para mais um, dois ou três. O centro do encontro não é a etiqueta, é o estar junto. E isso transborda para o lado de fora, no hábito de ocupar as ruas. Seja no Carnaval, na festa de São João ou no simples ato de colocar uma cadeira na calçada para ver a vida passar, o brasileiro do interior, por exemplo, transforma o espaço público em sala de estar.
E, para pegar um exemplo, o músico Bad Bunny: com seu jeito contagiante, seu talento e sua latinidade que conquistou o mundo, revolucionou o pop e transformou Porto Rico em hotspot durante sua residência artística.
A epidemia de solidão pode estar batendo na porta do mundo, mas, se depender da tropicalidade de misturar gente e celebrar o encontro, por aqui ela não entra. Quando o assunto é comunidade, a gente dá aula. E ensina o segredo.

PARA POUCOS

A logomania foi dada como morta. Com direito a velório minimalista, onda do quiet luxury e aquela pose de quem “não precisa provar nada”. Mas, segundo o Business of Fashion, ela não morreu: só mudou de endereço e de significado. Agora existem inversões deliciosas, quase um drible cultural: em vez do monograma óbvio das marcas de luxo tradicionais, entra em cena o “merch” de nicho. Um aceno. Um “if you know, you know”.

E é aí que a coisa fica realmente interessante, porque não é apenas sobre dinheiro. É sobre repertório. Sobre trajetória. Sobre provar, no tecido, que você esteve. O boné daquele café escondidinho do bairro. O moletom do hotel cool onde você passou o verão. A camiseta de um designer local. Isso não diz só “posso comprar”, mas diz “eu vivi”. Diz “eu pertenço”. E, convenhamos, esse tipo de ostentação transforma experiência em credencial.

O mercado, claro, entendeu o recado. Até quem torcia o nariz para estampar o próprio nome nas coisas percebeu que as pessoas queriam justamente isso: um souvenir com aura de clube, um lembrete físico de que estiveram ali. Nesse mesmo espírito, o grupo de hotéis Pellicano, de uma sofisticação única, percebeu que os hóspedes queriam se sentir parte de algo: por isso, toalhas listradas e pijamas vintage do hotel italiano passaram a existir também como objetos de desejo. O caso chega ao ponto quase cômico do bistrô parisiense Paul Bert criar uma linha de louças para vender, porque os clientes simplesmente roubavam os pratos. Como se a memória precisasse ser carregada no braço, na bolsa, na prateleira de casa.

Dá para chamar de rebelião contra a autoridade das grandes maisons, sim. A recusa em ser um outdoor ambulante de marca gigante, trocando o logo universal pelo logo que só “os íntimos” reconhecem. Mas também dá para olhar por outro ângulo: o logo não desapareceu, ele ficou mais tribal. Mais dependente de vivência. Mais seletivo, no sentido social mesmo. A etiqueta saiu da vitrine e foi parar na experiência, como se a compra fosse secundária e o principal fosse a história que ela carrega.

E essa é a mudança de chave: a transição do produto puro para a experiência como capital. A gente compra um objeto, mas o que está em jogo é a narrativa que vem junto. E aí fica a pergunta atravessada, meio incômoda: estamos mesmo mais livres ou só trocamos de uniforme? Porque, no fundo, seguimos comunicando status. Só que agora com mais camadas, mais “vivência” e um código de acesso embutido.


TODOS OU UM?

Você abre o Instagram ou senta para um brunch e, na mesa ao lado, existe um grupo grande, barulhento, afinado. Todo mundo rindo na mesma frequência, como se vivesse num episódio eterno de Friends ou Seinfeld. E aí vem a pergunta silenciosa, meio venenosa: “Onde foi que eu errei?”.

A The Atlantic colocou nome nesse aperto: a “falácia do grupo de amigos”. O artigo descreve o que muita gente vive sem saber explicar: a tal vida em arquipélago. Você tem amigos, claro. Só que cada um mora numa ilha. Um café com um na quarta. Uma caminhada com outro no sábado. Afetos reais, mas compartimentados. E o incômodo aparece não exatamente por falta de amor, e sim por falta de plateia. A gente foi treinado nos últimos tempos para achar que a vida adulta só vira “completa” quando acontece em bando. Com trilha sonora e risada ao fundo.

Só que aí entra a parte libertadora: a ciência não compra esse roteiro. Especialistas lembram que ter um “squad” fixo é mais exceção do que regra. Uma combinação de sorte, geografia e um nível de extroversão que nem todo mundo tem (ainda bem, né?).

Robin Dunbar, psicólogo e antropólogo britânico por trás do “número de Dunbar” — aquela ideia de que existe um limite prático para quantas relações próximas a gente consegue sustentar — reforça: a maioria de nós tem por volta de cinco amigos próximos. E, na prática, esses cinco raramente cabem no mesmo círculo.

Tem ainda um detalhe curioso de gênero: homens tendem a funcionar mais em grupo, muito ancorados na atividade, no “clube”, no fazer junto. Mulheres costumam preferir a profundidade do um a um, onde importa quem você é, e não a qual tribo você pertence. Grupos têm seus ganhos, sim. Dizem até que a gente fica mais generoso quando tem gente olhando, por medo de parecer mesquinho. Mas não ter grupo não é sinônimo de isolamento. Muitas vezes é só medo de perder algum lance, com filtro bonito.

Talvez o luxo verdadeiro não seja uma mesa lotada para postar. É saber que existe alguém que abriria a porta no meio da noite para uma “terapia amadora”, para uma fofoca, para um “tô mal”. Mesmo que seja um amigo por vez. E que isso baste.

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VOCÊ ESTÁ VIVO?

Tem uma pergunta que a gente faz em silêncio quando mora sozinho: “e se acontecer alguma coisa comigo e ninguém ficar sabendo?” Na China, alguém resolveu transformar esse pensamento numa interface: um aplicativo chamado, sem nenhum pudor, “Are You Dead?” ou "Você Morreu?". O conceito é de uma simplicidade que chega a dar um frio na espinha: a regra é fazer um check-in a cada dois dias, clicando num botão gigante, só para confirmar que você continua respirando. Se não apertar, o sistema avisa um contato de emergência. Pronto: a vida virou check-in.

O que é assustador não é a tecnologia: é o retrato. A projeção de 200 milhões de pessoas vivendo sozinhas até 2030 dá contexto e dá frio também. Porque esse aplicativo não é sobre produtividade, nem sobre bem-estar com embalagem bonita: é sobre medo. Medo de virar um corpo anônimo dentro de um apartamento. A polêmica também ficou no nome — teve gente dizendo que dava azar, que chamava coisa ruim, e que poderia virar um “Você está bem?” mais educado, mais leve. Mas o sucesso do app está justamente nessa falta de delicadeza. Ele não faz metáfora. Ele não enfeita. Ele pergunta o que ninguém quer formular. E cobra baratinho por essa micro garantia: oito yuans (ou um pouco mais de 6 reais) por um tiquinho de paz.

Essa história tem uma ironia cruel: a gente inventou mil maneiras de conversar com o mundo inteiro, mas o desejo básico continua sendo bem frugal: que alguém note a nossa ausência. Que alguém estranhe quando a gente não aparece. Que exista, do lado de lá, um coração que receba o alerta e pense: tem algo errado.

O botão é só um botão. O que ele revela é uma solidão tão grande que virou produto. E uma geração tão acostumada a provar que existe que agora precisa apertar “confirmar” para continuar viva.


Desejos de consumo

O verão por aqui continua essa festa iluminada, alegre e a mais festejada, principalmente no enorme litoral brasileiro. Justamente embalada por esse astral cheio de cores, eu fiz minhas escolhas esta semana no Iguatemi: sol e mar, aqui vou eu!

Na montagem acima, imagem de Mark Rothko, Untitled, 1959

1 - Um drink ao cair da tarde? Com esse vestido da Handred, o charme está mais que garantido

2 - Para bater perna sem perder a elegância, essa sapatilha de Alexandre Birman

3 - Chic é isso: um pano de praia para se embrulhar na saída do mar, de Adriana Degreas

4 - Tem coisa melhor que já começar a viagem embalando todas as preciosidades numa mala de mão da Rimowa?

5 - Para colocar todos os protetores, fone de ouvido e um bom livro, além de uma garrafa térmica com água fresca, que tal essa bolsa de praia Vilebrequin? Azul da cor do mar…


No ar a minha conversa com o médico psiquiatra
Arthur Guerra.

Ele é especialista em dependência química e uma das principais referências do país no tratamento do vício em álcool e outras drogas.

Falamos sobre saúde mental, escuta, responsabilidade e os impactos reais dessas questões na vida das pessoas e das famílias.

Assista no YouTube: https://www.youtube.com/L2296s0Zuw4

3 perguntas para

Paulistana, hoje em Lisboa, após longa temporada morando e trabalhando em Nova York, Fernanda Feher faz pintura virar papel, tecido, objeto. Seu trabalho fala muito sobre o feminino e, recentemente, esteve em cartaz com “Untamed”, na Trotter & Sholer de Nova York. Entre a urgência de São Paulo, a liberdade de Nova York e o tempo generoso de Lisboa, Fernanda recusa rótulos, acolhe o excesso e transforma a casa em campo de forças.

1. A crítica fala do seu trabalho como uma “potência feminina indomesticável”. Você concorda com isso?

Gosto da ideia de que meu trabalho carrega algo que não se deixa capturar totalmente, que é belo, mas que também incomoda um pouco, que resiste a ficar quieto. Essa indomesticabilidade me interessa porque ela nasce de um lugar muito íntimo: parto de experiências próprias, de tensões e de sensorialidades que historicamente foram consideradas excessivas, irracionais ou impróprias — especialmente quando associadas ao feminino. Acredito que a domesticação do corpo e da experiência das mulheres fez parte de um projeto político mais amplo. Isso me leva a pensar na indomesticabilidade como uma insistência vital, uma recusa consciente a caber nos moldes que nos foram impostos. No meu trabalho, busco justamente criar espaços onde o feminino possa existir sem estar condicionado ao que foi culturalmente marcado como “feminino”. Me interessa muito essa abertura, possibilidade de deslocamento, de nova configuração; algo que não precisa se ajustar a expectativas, que pode simplesmente ser. Essa leitura aponta para um fazer que não busca uma forma “correta” de existir, mas que se permite exceder, transbordar e criar outros modos de sentir e pensar. Nada disso me irrita, mas fico atenta para não tornar isso um rótulo; uma espécie de moldura fixa que possa aprisionar meu processo criativo.


2. Onde seu trabalho “respira” melhor hoje: num ateliê em Lisboa, numa galeria do Lower East Side ou numa casa qualquer?

O trabalho respira melhor onde há vida, movimento e uma certa desordem fértil. Isso pode acontecer em qualquer lugar. Gosto da ideia de que o ambiente faça parte da obra — por isso, sempre que posso, penso as exposições como instalações. No ateliê, isso acontece naturalmente, quase sem esforço.

Tenho dificuldade de ver o trabalho isolado numa parede branca. Desde 2022 venho criando papéis de parede para aparecerem por baixo dos quadros ou pintando as paredes com cor. Esses papéis também têm virado tecidos, que podem revestir móveis, cabeceiras de cama ou outros elementos que passam a compor o espaço onde os quadros vão viver, criando com eles um diálogo mais amplo. Gosto dessa possibilidade de construir “mundinhos”.

É curioso porque, quando recebo visitas em casa ou no ateliê, muitas pessoas dizem que parece que estão entrando no meu cérebro — e eu adoro isso. Quero que as exposições produzam esse mesmo tipo de imersão. Nesse sentido, tenho vontade de criar mais objetos: não os vejo como meramente decorativos, mas como peças que têm potência de ativar um ambiente. E o ambiente nunca é inofensivo. Ele molda como sentimos e percebemos tudo.


3. Como você enxerga as cenas de arte de São Paulo, Nova York e Lisboa? Há algo que uma aprende com a outra e você carrega?

Vejo as cenas de São Paulo, Nova York e Lisboa como ecossistemas muito diferentes, mas que, de alguma forma, se alimentam dentro de mim.

Em São Paulo, sinto uma urgência e uma densidade que vêm tanto do contexto político quanto da vitalidade da produção local. Existe uma força bruta, uma experimentação que nasce do improviso e da necessidade. Acho que carrego essa urgência por ter crescido lá — ela moldou meu modo de trabalhar e de me relacionar com o mundo.

Nova York opera em outro registro. O ritmo é parecido — rápido, competitivo, estimulante — mas, para mim, a cena de arte é menos agressiva do que em São Paulo. Sinto os artistas mais unidos, mais abertos, e percebo uma liberdade maior nos modos de experimentar. Lá me sinto mais livre, menos atravessada por julgamentos, como se houvesse espaço para testar, errar e recomeçar.

Lisboa, por sua vez, me oferece um tempo mais generoso, um respiro. Aqui consigo escutar melhor as camadas internas do processo e dar atenção às pequenas coisas que, em outros lugares, seriam engolidas pelo movimento. Há uma suavidade que me permite aprofundar gestos e pesquisas, quase como se o trabalho pudesse amadurecer com calma.

Essas três cenas convivem em mim: São Paulo me dá a intensidade, Nova York me dá a liberdade, e Lisboa me dá o tempo.

Direto do meu Instagram

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Vi um estudo que mostra que dormir menos de 7 horas por noite pode encurtar a vida mais do que má alimentação, sedentarismo e solidão, perdendo só para o cigarro: atenção!

Fui finalmente conhecer o Museu do Recôncavo, uma casa da época do ciclo da cana-de-açúcar, à beira-mar, de frente para a ilha de Maré: cenário de sonho, de livro, de filme

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Uma melodia muito interessante, um ritmo único, inusitado: este é o belga Stromae, que gosta de funk e do sotaque dos brasileiros, e tem uma batida marcante. Gostei demais.

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