Esta com certeza não foi uma semana fácil e tranquila para mim. Tive que vir correndo de Salvador para São Paulo para ser submetida a uma intervenção cirúrgica para retirar uma pedra, bastante grande, do rim direito e outra, menor, do rim esquerdo — uma cirurgia que aparentemente não é tão invasiva, porém a sensação que ficou é que tudo foi mexido lá dentro, muito mexido. Enquanto me recuperava, ficava duelando com o cateter conhecido como Duplo J, instalado perto do ureter. Em função disso tudo e de uma anestesia geral bastante forte, não sei o que houve, mas a minha emoção começou a correr solta — muita emoção, talvez armazenada há algum tempo. Muito choro, talvez também causado por essa anestesia. Fato é que no domingo, seguinte ao sábado que tive alta do hospital, fiquei muito mexida com a reportagem que assisti no Fantástico sobre a atriz Tânia Maria, que viveu dona Sebastiana no filme “O Agente Secreto”. A história da vida dela tocou fundo dentro de mim. Senti um orgulho dessa mulher, um respeito e um reconhecimento que há muito tempo eu não sentia por alguém. E depois disso, mais tarde, durante a madrugada, quando acordei assustada querendo saber sobre os vencedores do Golden Globe, minha emoção foi tão forte ao saber da vitória de Wagner Moura e de Kleber Mendonça Filho que desandei a chorar. Não sabia onde colocar minha emoção. Só posso dizer que viver é muito bom, mas requer muita coragem.
Eu só quero amar / Fotos: Reprodução Instagram
AS QUESTÕES DO AMOR
Sabe aquela ideia meio antiga de que o amor é um acidente que acontece, um esbarrão, um acaso? Pois em San Francisco, na Califórnia, resolveram que isso é “ineficiente”. E que dá pra consertar com dados, IA e uma dose bem grande de dinheiro. O The New York Times contou sobre o “Love Symposium”, um encontro onde fundadores e executivos tentam organizar a bagunça humana como se fosse um produto em versão beta. A palavra-chave ali não é paixão. É otimização. Em 2022, um cidadão levou um fora da noiva, foi ao Twitter e ofereceu uma “recompensa”: 20 mil dólares, em dinheiro vivo, para quem apresentasse a ele a noiva ideal. Ela não apareceu, mas quem bateu na porta dele foi Jake Kozloski, fundador do Keeper, um app de namoro movido por IA. E aí acontece o plot twist mais Vale do Silício de todos: o cliente virou chefe. Hoje, Cody Zervas é o executivo por trás do aplicativo que promete “amor ao primeiro match” com cara de pitch e alma de planilha. E que planilha: o formulário leva horas para ser preenchido. Pergunta desde pontuação no vestibular até “força do maxilar” e porcentagem de gordura corporal. E, claro, tem o serviço premium: o chamado “Marriage Bounty” pode chegar a custar 50 mil dólares se o match virar casamento. Eles falam em “valor de mercado” do parceiro, em prever duração de relacionamento, em receber “feedback construtivo” depois de um encontro ruim. Imagine sair de um date e ganhar um relatório: pontos fortes, pontos fracos, oportunidades de melhoria. KPI do beijo. Roadmap da intimidade. Socorro! E tem uma camada ainda mais Black Mirror: a ideia de que, no futuro, nossos avatares de IA poderiam namorar antes da gente — para evitar o risco, o constrangimento, para evitar a humanidade, no fundo. Porque a parte mais perigosa do amor sempre foi essa: pode dar errado, é imprevisível. Mas o Vale do Silício tem horror ao imponderável: tudo precisa virar métrica. E aí, quando você transforma pessoas em produtos, a lógica é cruel e automática: produto com defeito, a gente devolve. Sim, é compreensível nos dias de hoje o desejo de facilitar o encontro. Mas existe uma diferença delicada entre ajudar nessa questão e transformar a pessoa num projeto. A gente quer ser visto, mas não avaliado. E, pra isso, não tem algoritmo que resolva. Se tem presença, tem risco. Tem imperfeição. Tem aquele mistério que, por mais que se tente, ainda não cabe numa planilha. Ainda bem.
Ilustração: Maria Eugenia
NOVAS DIRETRIZES PARA TEMPOS SOMBRIOS
A gente abre o celular para ver “só uma coisa” e, quando percebe, já entramos num corredor infinito de notificações, manchetes histéricas e polêmicas de isopor. Tudo muito alto. Tudo muito urgente. Tudo muito… descartável. Até falamos sobre isso na edição passada, a primeira do ano. E é justamente por isso que a habilidade de sobrevivência definitiva para 2026, segundo o The Wall Street Journal, é a "ignorância crítica". O jornal compara a internet com o rio Cuyahoga, em Ohio, que nos anos 60 era tão poluído que chegava a pegar fogo (sim, ele incendiou trezes vezes de tanta sujeira, lixo e poluição). Só que agora a gente não está lidando com óleo industrial. Estamos nadando num lodo rosa de conteúdo feito por IA, numa sopa de indignação instantânea e microplásticos de desinformação. Para Sam Wineburg, um pesquisador de Stanford, a ignorância crítica é simples e meio revolucionária: a sugestão é parar de tentar absorver tudo. Filtrar, porque existe uma inversão cruel acontecendo. A gente cresceu ouvindo que ser inteligente era praticar pensamento crítico, mergulhar no texto, destrinchar argumento, checar detalhes. Só que no dilúvio digital, analisar profundamente cada bobagem que passa pela tela virou cair exatamente nessa armadilha. Ignorar, aqui, não é alienação: é legítima defesa. É dizer: “não vou gastar minha atenção com quem só quer me roubar tempo”. Atenção virou o ativo mais caro. Mais escasso. E, curiosamente, o mais assaltado. Não se trata de um cansaço poético — é físico mesmo. Tem pesquisa sugerindo que meia hora de rolagem já drena a cabeça e pode afetar até performance de atletas de elite. Meia hora. É o tempo de um episódio curto de série de TV. E a gente trata como se fosse “nada”. Só que esse “nada” vai somando, vai corroendo, vai deixando a mente meio pastosa. E, no meio disso, aparece o perigo maior: estamos sendo programados para aceitar quando a mentira vem bem penteada, com boa pontuação, um tom convincente e aquele monte de likes que funciona como selo de qualidade emocional. A saída proposta é quase um truque de sobrevivência: praticar “leitura lateral”. Em vez de mergulhar num texto duvidoso como se você fosse um detetive solitário, abrir outras abas. Perguntar: quem está por trás disso? O que outras fontes confiáveis dizem? Esse site existe há quanto tempo? É usar a tecnologia contra ela mesma. Um antídoto dentro do próprio veneno: tem especialista sugerindo até usar IA paga para fiscalizar a IA gratuita. Funciona? Talvez… Eu pessoalmente ainda defendo o método do bom senso, do critério, da escolha cuidadosa. Limpar esse rio digital vai demorar. Ninguém vai aparecer amanhã com uma estação de tratamento para o feed. Até lá, saber o que não ler virou tão importante quanto saber o que ler. E talvez exista um novo auge da sabedoria escondido nisso: escolher o silêncio. Escolher o foco. Escolher o que merece a nossa presença. Ponto.
Cada um na sua e todo mundo causando / Fotos: Reprodução Instagram
CADA UM, CADA QUAL
Por muito tempo, nosso maior medo em um encontro era o silêncio constrangedor, certo? Mas a Geração Z decidiu que a verdadeira crise é na verdade estética: o “swag gap” — ou o descompasso de look — está implodindo romances antes mesmo do primeiro beijo, de acordo com o The Wall Street Journal.
Um chega com a roupa pensada, editada, cabelo bem tratado, perfume certo. O outro aparece como quem foi só colocar o lixo do lado de fora: legging, moletom largo, tênis cansado. E não é mais um “ai, que relaxado”: virou quase uma ofensa. Tem gente que diz sentir como se tivesse levado um tapa na cara quando se arruma, se produz e a outra pessoa… não.
É o mesmo fenômeno que a gente assiste nos cliques dos paparazzi: Hailey Bieber deslumbrante num vestido de festa e o marido famoso, Justin Bieber, ao lado, parecendo que saiu da cama, de boné e Crocs. Ou Selena Gomez chiquérrima ao lado de Benny Blanco de jeans rasgado. Mas será que isso também não é pensado para “causar”? Será que não se trata de uma edição conjunta de looks, feita com esse intuito mesmo? Sempre fico pensando nisso e acho, para ser sincera, uma estratégia bem inteligente. Só que o assunto também vai para outros lugares, tipo a questão de gênero: a mulher sentiria a pressão social para estar perfeita, enquanto o homem pode se dar ao luxo do conforto absoluto.
E a mensagem pode dar a entender que a intenção de cada um não está no mesmo lugar. No fundo, o “swag gap” é só a versão moderna de uma queixa antiquíssima: falta de reciprocidade. Mas, atenção, porque isso tudo pode ser intencional. Mas se não for vou, é bom ficar atento: amor também precisa de direção de arte. Fica a dica.
Ilustração: Maria Eugenia
A VOLTA DO CIPÓ
Você já ouviu alguém dizendo que “o impresso morreu”? E quantas centenas de vezes? Então, pode começar a comemorar: parece que o enterro foi adiado. A Huck Magazine foi categórica: depois de tanta promessa de conexão tecnológica, quem está entregando experiência real mesmo são as revistas de papel.
Muita gente cansou do feed infinito. Da rolagem ansiosa. Do olho pulando de um assunto para o outro como se fosse obrigação. A tal “fadiga de tela” bateu forte e de repente, segurar uma revista virou quase um spa mental. O curioso é que não é só nostalgia: tem adolescente comprando zine como se tivesse descoberto a pólvora. Eles sacaram uma coisa simples e brilhante: o digital é infinito, mas é descartável. O papel exige tempo. Exige presença.
E tem um ponto muito importante: confiança. Num mundo em que tudo quer agradar algoritmo e em que texto “perfeito” pode ter sido parido por IA em dois segundos, uma revista impressa sinaliza cuidado. Dá trabalho. Custa caro. Demora para sair. E é justamente esse “tempo de preparo” que virou luxo. Um antídoto para a nossa desconfiança crônica.
Folhear uma página é um jeito de voltar para o corpo. Sair do automático. O tátil ganhando do virtual, pelo menos por alguns minutos. Virou luxo se desconectar para ler algo feito com alma, intenção e um pouco de coragem de não ser urgente. Torcendo por aqui para que isso, na prática, realmente aconteça.
Esqueça a it-bag, que já valeu tanto em outros tempos: o troféu do momento vem com halter e aparece no braço, no ombro, na barriga, no vídeo de “dia de treino” que parece ser ainda mais caro do que muita viagem de luxo…
O Financial Times falou sobre essa nova tendência: na era em que a magreza pode ser “comprada” com uma canetinha semanal e alguns efeitos colaterais, ela perdeu o brilho de raridade. E a raridade, no mundo do status, sempre encontra outro endereço: agora ela mora no músculo — principalmente dos braços, o mais recente de sucesso. Ficar magra virou, para muita gente, mais “fácil”. Mas construir músculos definidos é o luxo de agora. É agenda. É disciplina. É constância. É treino que exige repetição, sono, proteína, paciência. É uma planilha invisível. E, principalmente, é um recado social: “eu tenho horas sobrando. Eu tenho energia. Eu tenho controle.”
A moda, claro, fareja essas viradas como quem reconhece perfume no elevador: o “muscle tee” virou peça de desejo. E a gente entende a mensagem escondida na costura: não é só uma roupa, é um certificado. Quase um crachá. “Fit girl”, mas com senha VIP.
E o problema é que quando o corpo vira símbolo de status, ele vira também moeda. E moeda sempre cobra pedágio. A estética do músculo não é só sobre força. É sobre performance e isso cria uma hierarquia bem específica: personal trainer, tempo, academia boa, comida certa, fisioterapia quando dói… No fundo, o status adora isso: ele muda de roupa para continuar sendo o mesmo jogo. Um jogo em que sempre existe alguém “mais” alguma coisa… Ufa, uma canseira na verdade esse “correr atrás”.
Mas vale pensar mais fundo: que talvez o verdadeiro luxo, hoje, não seja exatamente ter o braço definido — apesar de eu amar e achar lindo. Talvez seja poder, sim, cuidar do corpo, mas sem transformá-lo num anúncio, num outdoor. Que seja levantar pesos porque isso faz bem, é saudável. E tudo bem que o resultado seja lindo também: a gente gosta. Aqui entre nós, braços bem definidos são realmente tudo. Mas não precisa ficar exibindo nas redes, tá?
Para quem tem a sorte de estar no Brasil nesse verão iluminado, principalmente no circuito das praias menos conhecidas do Ceará, do Piauí, do Pernambuco, de Alagoas e mesmo da Bahia, é hora de aproveitar! Foi justamente pensando nesses cenários que eu fiz a minhas escolhas da semana no Iguatemi. Bom mergulho por aí!
Na montagem acima, imagem de Carybé, Volta da Pescaria, 1964
1 - Ah, esse look da A. Niemeyer entrega o charme necessário para a hora do pôr do sol
2 - Nesta sacola de palha da Dolce Gabbana cabe tudo que a gente precisa para um dia à beira-mar: luxuosa!
3 - Aquele pequeno toque de classe que entendidos entenderão: essa pulseira de Antonio Bernardo é um clássico. Mais cool, impossível! Viva o verão!
4 - Esse maiô da Lenny Niemeyer garante bons mergulhos com aquela elegância necessária
5 - O que dizer dessa Birkenstock nesse tom hot, hot, hot? Quero já!
O primeiro vídeo do ano já está no ar, no meu canal do YouTube! Conversei com Zé Ricardo, diretor artístico e responsável pela curadoria dos palcos de grandes festivais como Rock in Rio, The Town e Festival de Verão de Salvador.
Foi uma conversa muito rica, sobre música, escolhas, curadoria e responsabilidade criativa!
Assista à nossa conversa na íntegra e se inscreva no meu canal.
Conheci Amadeu Marins em junho passado, no salão de beleza mais prestigiado de Paris e um dos mais famosos do mundo: o de David Mallett, um australiano, há muito tempo sediado na França, com um elegantíssimo salão no Marais e outro no hotel Ritz, além de outros dois em Nova York. Amadeu é celebrado por David Mallet como um dos melhores coloristas do mundo. E sim, ele é brasileiro e vive circulando pelo mundo, trabalhando e também conhecendo pessoas e lugares. Aqui no Brasil, ele é criador do ARÁ, um salão no Centro do Rio. Mas sua história com a beleza começa longe da vaidade: nasce do cuidado. Foi numa palestra, quase por acaso, que ele entendeu o tamanho desse ofício, capaz de mexer direto na autoestima e, às vezes, virar uma chave na vida de alguém. Entre Rio e Paris, ele aprendeu que a mulher brasileira pede mais do que resultado: quer escuta, atenção e intimidade. E é dessa ideia de encontro que seu salão se alimenta, misturando beleza e cultura num espaço pensado para conexões. Mas além de seu ofício, pulsa forte o samba, a dança e o Carnaval: ele é megafera nesse quesito, treina muito, e tudo isso é o que forma seus valores e sua linguagem.
1. Qual é a função da música e da dança, especialmente do samba, na sua vida e na sua criação?
A música, a dança, o samba e, principalmente, o Carnaval formaram meus valores, minha personalidade e meu caráter. Eu fui criado dentro do Carnaval e ele foi o divisor de águas na minha vida me dando acesso e sendo veículo cultural, verdadeiras aulas de histórias do Brasil e do mundo vindas dos enredos de Rosa Magalhães.
Com isso, o ser humano que eu me tornei, conectado com o universo cultural ancestral, me permite criar, trabalhar e me divertir dentro da minha essência mais genuína.
2. Você quis unir beleza e arte e colocou isso no seu salão, o ARÁ. Que tipo de encontro você sonha que aconteça ali, além do antes/depois do cabelo?
Eu sonho com ARÁ sendo um ponto de encontro cultural que envolva artes visuais, cinema, música e muita diversão. É um local de troca e conhecimento. É incrível ver a quantidade de projetos e negócios que os nossos clientes acabam fazendo entre si por ser um local de conexões.
3. Onde você encontrou as clientes mais exigentes: em Paris ou no Rio de Janeiro? Quais são as diferenças e semelhanças de trabalhar com esses dois públicos?
Sem dúvida, no Rio de Janeiro. Apesar das clientes francesas serem mais exigentes com a estética “natural”, a mulher brasileira é mais exigente quanto aos cuidados com o cabelo, com a qualidade do atendimento, com a atenção individual, com a escuta. Com isso, torna-se uma relação de intimidade, coisa que em Paris é incomum de acontecer. Há um distanciamento maior entre profissional e cliente por lá.
Voltei a Salvador depois de uma semana com chuvas e trovoadas em São Paulo
Fiquei feliz que Marina Lima está na reta final do lançamento de seu novo trabalho: sou fã dela
Cheguei ao fim da quinta temporada de Emily in Paris: já sonhando com ela na Grécia, na próxima
Elegi a atriz Tânia Maria como minha musa desses tempos
Soube que, finalmente, meu queridinho Bruno Mars está com uma nova canção
Vi que os gaúchos Kleiton e Kledir vão fazer um show em São Paulo, no Cavern Club: sempre gostei deles
Marquei ponto no balcão do Sushi Lika, na Liberdade: o ouriço estava demais
Matei saudades do Teco, o mais carinhoso dos meus cachorros, na rápida passagem por São Paulo
Ainda não comecei a ler nenhum outro livro: estou dividida entre um de Rosa Montero e um de Ailton Krenak, mas os poemas de Adélia Prado continuam
Soube que o Instituto Rosenberg, uma das escolas mais famosas do mundo, vai ser anfitrião do Fórum Econômico de Davos, que acontece de 19 a 23 de janeiro
Fiquei encantada com um post do DJ Zé Pedro com Agnes Nunes cantando “Eternamente”, um sucesso de Gal Costa — sou fã dessa moça desde os tempos de pandemia. Como ela canta…
Fui conhecer, por indicação de uma amiga local, um boteco cheio de charme no bairro da Barra, aqui em Salvador: Bagacinho é bom demais
Fiquei sabendo que o inverno londrino também tem senso de humor: no último domingo, centenas de pessoas entraram no metrô de casaco e cachecol, mas sem calças
Festejei a inclusão de Inhotim na lista de lugares para ir em 2026 do jornal The New York Times, na seção Travel — no final do ano passado, eu comentei em uma das edições da Caixa Postal que os gringos estavam descobrindo Minas Gerais: já era hora
Descobri que estão rolando aulas de dança grátis no Whitney Museum, em NYC: às sextas à noite, com entrada gratuita, o museu vira pista com vários tipos de coreografias, que delícia!
Vi que, finalmente, foi confirmado que a nova temporada de The White Lotus vai ser em Saint-Tropez — acabou não rolando num Four Seasons de Cap Ferrat: as filmagens estão previstas do fim de abril até outubro de 2026 e eu já estou ansiosa!
Estou aguardando ansiosamente o lançamento do livro "Bonfire of the Murdochs", sobre a família Murdoch, uma espécie de Succession da vida real
Pendurei na varanda do meu apartamento um pano que havia trazido de Portugal com uma frase de Alberto Caeiro: veio diretamente da casa de Fernando Pessoa, em Lisboa
Depois de uma chuva de respeito, esperei pacientemente o sol voltar e fiz um passeio delicioso num pequeno barquinho, entre o Museu de Arte Moderna e o Porto da Barra — sempre com minha barqueira Nala
Um encontro raro e um resultado único: o rap que junta Criolo, o pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas e o cantor e compositor de Cabo Verde Dino D’ Santiago só podia resultar em algo muito singular. A canção se chama Esperança, tem a ver com superação de adversidades e propõe várias reflexões. Bom para começar o ano. Um grande encontro!
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