O caminho para a felicidade, a mania de Brasil, a alegria do já conhecido: ah, quantas delícias juntas!

Já contando os dias para chegar de volta em São Paulo. Já contando os últimos momentos em Salvador, bem movimentados por causa das festas de Iemanjá — com um monte de paulistas e cariocas marcando presença por aqui. O cenário é o mesmo, mas os atores e os coadjuvantes mudam bastante. Aproveitei demais esses dias depois de uma semana recolhida por conta de uma virose de verão, que me ajudou a pôr as ideias no lugar, a pensar em tudo, em todos. Meu ano produtivo, de verdade, vai começar agora — embora eu tenha vindo produzindo todos esses dias — de volta a São Paulo, a coisa muda: o tom fica bem mais sério. Já comentei aqui que gosto de ir, mas gosto mais ainda de voltar. Estou voltando. 2026: aqui vou eu.


A ARTE DE SOBREVIVER

Tem uma fantasia bem confortável que a gente cultiva que é a que talento e inteligência seriam o passaporte para uma vida plena. A gente vê um ator subindo no palco com um Oscar na mão, ou lê sobre um cientista recebendo um prêmio enorme, e pensa: pronto, essa pessoa decifrou o código. Chegou lá. Se é brilhante, deve ter paz no coração.
Só que não é bem assim. Aliás, não é nada assim. Li uma reflexão na The Atlantic que esfrega na nossa cara uma verdade nua e crua: inteligência nunca foi garantia de felicidade. De acordo com o artigo, os dons que a gente possui podem nos levantar, mas também podem nos derrubar. Tudo depende de muitas variáveis, do uso que a gente faz dessa inteligência. Ou seja, a mesma ferramenta que abre portas, também sabe abrir buracos.
E tem um paradoxo: se alguém é tão esperto e tão realizado, não deveria ter o savoir-faire para fazer escolhas que maximizem a própria satisfação? Em tese, sim. Na vida real, não: a cabeça pode virar uma máquina de exigência, comparação, cálculo, controle. E aí a inteligência, mal conduzida, corrói exatamente o que deveria proteger: o sentido das coisas. Porque ter clareza não é a mesma coisa que ter aceitação, contentamento.
Sim, existe uma saída que parece simples, mas é quase contracultural: a chave talvez não esteja em somar mais conquistas, mais dinheiro, mais “provas” de valor. Talvez esteja em aprender a querer menos. E aí entra a filósofa e escritora Rebecca Newberger Goldstein, com um puxão ainda mais radical: e se a gente parasse de tratar felicidade como meta final, como se fosse uma medalha? E se a vida bem vivida tivesse outras medidas, mais silenciosas, menos óbvias?
Ser inteligente é ter uma lâmina afiada. Dá para cortar caminho, mas dá para se ferir bonito. O verdadeiro prêmio, a verdadeira conquista talvez seja usar a cabeça não só para sair na frente, para ser o melhor e para vencer, mas sim para ficar inteiro. E olha que isso não é pouca coisa…


BRAZILCORE

O mundo anda com uma cara meio cansada, né? Meio cinza, procurando desesperadamente por uma cor. Pois parece que a resposta para essa fadiga global tem nome e endereço: Brasil. Isso mesmo que você leu: Brasil!
Esse novo desejo global de ser ou de viver o jeito brasileiro, de ser a gente, está se espalhando por aí. E não é aquele folclore antigo, carimbado, tipo Carmen Miranda na “era da boa vizinhança”. O fascínio agora tem outra textura.
Porque, quando Beyoncé coloca funk no “Cowboy Carter”, não é só uma citação musical. É um sinal. Quando Jacquemus e Rabanne se inspiram e vêm fazer suas campanhas no Brasil, não é só referência estética: é uma busca por uma coisa difícil de traduzir, mas fácil de reconhecer: “aliveness”. Aquela vitalidade que não cabe em planilha, que não se otimiza, que é autêntica e pode ser representada pela alegria daqui, pelo abraço na hora de se cumprimentar, pela empatia. E que, por algum motivo, o mundo anda achando que perdeu.
Os sinais aparecem como confete em dia de bloco: Terry Crews e Matt LeBlanc estrelando comerciais gravados aqui, Angelina Jolie no Xingu. Rosalía passando o réveillon no Rio, não é só turismo — tudo isso quer dizer muita coisa. O que temos aqui, ao que tudo indica, e que pra gente é normal, não tem em nenhum outro lugar do mundo: aproximação, a temperatura. O humor. O corpo. O jeito. E tem também o dado que dá aquela piscadinha de mercado: a marca Sol de Janeiro, com DNA e nome brasileiros, virou a marca mais vendida da Sephora em 2024. Ou seja: não é só encantamento. É desejo com cartão de crédito.
E aí entra a parte filosófica: passamos décadas sofisticando tudo. Acelerando tudo. Eficiência virou religião, só que ninguém resolveu a sensação de estar vivo. O novo luxo inclui, nessa leitura, presença. Conexão real, alegria e até afeto. É um corpo sem vergonha. É calor. É estética da periferia, das comunidades. É alegria sem culpa. E o mundo ansioso olha para isso como quem olha para um cenário maravilhoso…
No entanto, existe uma linha finíssima entre valorizar e apenas consumir. Entre reconhecer e extrair. A “potência estética” brasileira não pode virar só um produto na mão de gringo, limpinha, embaladinha, sem retorno para quem cria a cultura na ponta, nas comunidades, no cotidiano. É bem fácil amar o Brasil como estética. Difícil é amar o Brasil como responsabilidade.
Talvez a lição seja menos sobre o mundo e mais sobre a gente: parar de esperar o carimbo de fora para reconhecer o tesouro dentro de casa. Se o mundo está correndo atrás de vida real, a gente não precisa pedir licença para lembrar que isso, sim, a gente tem. De sobra.

LIÇÃO DE CASA

Parece irônico: a gente passa a infância sonhando com o dia em que ninguém vai mandar mais a gente estudar. Aí a vida adulta chega, entrega boletos, caos e uma agenda sem limites… E, de repente, tem gente fazendo exatamente o contrário: inventando dever de casa para si mesmo. Não é MBA, não é promoção, não é “networking estratégico”. É outra fome, mais silenciosa: de um movimento mais pessoal.
No meio do barulho das redes, onde tudo parece vir com legenda pronta, tem adulto escrevendo em cadernos, montando cronogramas, colecionando anotações sobre assuntos que não rendem crachá nem aplausos. Gente que decidiu voltar a aprender, a estudar por prazer. Quase como um ato de se recriar… Porque existe uma coisa que a escola entregava sem a gente perceber: a sensação de que a inteligência tinha corpo. Tinha começo, meio e fim. Tinha uma pequena conquista no final do dia.
Só que a vida virou “input” infinito. Uma avalanche de referências, opiniões, estímulos, tutorial atrás de tutorial. O algoritmo joga na nossa frente o que ele acha que a gente vai amar, odiar, comprar, defender, incorporar. Antes mesmo de a gente ter tempo de formar uma ideia que seja nossa. A conveniência, essa coisa que pode parecer tão sedutora, também achatou nossa curiosidade. A passividade cansa. E cansa de um jeito meio existencial.

A neurocientista Anne-Laure Le Cunff, do King’s College de Londres, descreve bem o que está faltando: o cérebro gosta de ciclos. Desafios, feedback, progresso. A vida adulta, do jeito que está montada nos dias de hoje, não oferece isso com facilidade. É uma sequência de pendências que não fecham, de tarefas que se multiplicam, de ansiedade. Recriar uma estrutura “escolar” vira, então, um gesto de autonomia. Um jeito de retomar as rédeas sem precisar esperar que alguém desenhe um caminho. E tem muita gente compartilhando um pouco dessa rotina nas redes: os estudos vão desde finanças pessoais, passando por mitologia, filosofia, literatura e história da arte.
É até engraçado: enquanto o algoritmo tenta nos tornar previsíveis, montar um currículo próprio nos devolve o direito de sermos únicos. De tropeçar numa ideia antiga, num texto esquecido, numa curiosidade que nem está na moda. De estudar sem plateia. De voltar a se surpreender. Um sabor de liberdade e de vida real que em nenhum outro lugar a gente vai ter.


COMFORT TRIP

Existe um tipo de viajante que se orgulha de novidades como quem coleciona troféus. Destino inédito, hotel recém-inaugurado, restaurante descolado, foto com cara de “eu cheguei antes de você”. Só que a vida andou tão barulhenta que a ousadia agora é outra. É voltar. É repetir. É dizer “de novo” sem culpa, com um alívio quase físico.
A BBC contou sobre pessoas que fazem isso há muito tempo... Repetindo roteiros, lojas de doces, mantendo os mesmos horários. A mesma sequência. Eu aqui tenho que concordar: existe, sim, algo de luxuoso nessa fidelidade ao conhecido — eu amo. Porque tira o peso da performance: ninguém precisa provar nada para ninguém. Nem para o algoritmo. Nem para a sua própria ansiedade.
A psicóloga Charlotte Russell coloca o dedo onde dói: novidade também cansa. A gente já vive sobrecarregado tentando decidir tudo, o tempo todo. Voltar para um lugar que a gente já conhece é como desligar uma parte do cérebro. Você sabe onde fica o melhor café, já entende a lógica das ruas. Sabe onde é o melhor sushi e onde se come as melhores batatas fritas. Uma sensação de previsibilidade que acalma a alma, ponto. E tem uma intimidade que só a repetição dá: reconhecer os sinais do bairro, ter amigos locais. É quase um romance mas com menos drama. Mais rotina. E rotina, quando escolhida, pode ser uma coisa deliciosa.
E isso não é só feeling: tem dados. O relatório “Priceline Where to Next? 2026 Travel Trends Report” indica que 73% das pessoas se sentem atraídas por lugares que já moldaram em algum momento suas vidas. E 52% dos viajantes brasileiros retornam aos mesmos destinos ano após ano. Isso não é falta de imaginação, não: é gente tentando se sentir em casa, mesmo longe. Uma casa provisória, mas confiável. Uma geografia de conforto.
Claro que existe o risco da tal adaptação hedônica, esse nome técnico para o efeito “não sinto mais nada porque já me acostumei”. Mas talvez o truque esteja justamente no meio do caminho: usar a base familiar como plataforma para pequenas aventuras. E um pouco de surpresa, só para temperar.

Parece que repetir destino virou uma coisa de bem-estar. Uma forma discreta de dizer: já tenho caos suficiente no resto. E, convenhamos, saber exatamente onde encontrar o melhor lobster roll em Paris, é quase um ato de resistência.

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MUDANÇA DE RITMO

Tem uma mudança de clima acontecendo, e ela é quase silenciosa. Não é grito. Não é manifesto com cartaz. É uma decisão íntima que virou tendência pública: “decentering men”. Traduzindo: descentralizar os homens. E só de pronunciar, dá para sentir o peso saindo do peito.
A questão é que as mulheres em geral passaram muito tempo sendo treinadas para fazer do amor um projeto. Um planejamento estratégico. Uma entrevista de emprego com vestido bonito. E, no fundo, sempre a mesma questão: “será que eu vou ser escolhida?”. Esse movimento agora tenta virar a mesa. Não é sobre odiar romance e nem sobre banir homens do planeta. É sobre tirar a busca por um parceiro daprioridade absoluta, do posto de “sol”.

A ideia nasceu com a escritora Charlie Taylor e caiu como luva num momento em que estar num relacionamento heterossexual, para parte da Geração Z, pode soar… até careta. Tem uma camada política nessa história, sim. Nós comentamos por aqui: namorar virou quase um constrangimento. Tem influencer hesitando em postar o parceiro, como se a foto a dois denunciasse uma espécie de “regressão”. A vida privada virou linguagem pública. E, quando a estética do tempo muda, o afeto também muda de roupa.
O curioso é que isso não acontece só por ideologia: tem aí também um cansaço real. Tem exaustão emocional. Uma gastura… E o que algumas mulheres têm compartilhado é que não ter casamentos longos ou filhos ciria um espaço para explorar a própria humanidade de um jeito único. Essa é a troca: a antiga “solteirona” sai de cena. Entra a mulher que escolheu a própria companhia, não como prêmio de consolaçã mas como escolha de vida. Com estilo. Com paz. E desejo.
E quando a gente olha para os números, a história ganha corpo: Pew Research Center aponta que apenas 34% das mulheres solteiras nos Estados Unidos estão ativamente procurando um relacionamento, contra 54% dos homens. Não é um detalhe e sim, uma fotografia do desejo em tempos de desgaste. Parece que muitas mulheres resolveram parar de correr atrás do mínimo, pararam de negociar a própria vida em prestações. E isso não é pouca coisa.
A cientista social Bella DePaulo coloca isso num novo lugar: a vida de solteira não é uma “vida menor”. Pode ser, inclusive, psicologicamente mais rica e mais expansiva. Porque, em vez de orbitar em torno deuma pessoa só, compartilha o tempo de outra maneira. Escolhe onde colocar energia: nas amizades, no trabalho, no ócio, em viagens, silêncio ou projetos.
Esse “descentrar” parece menos sobre homens e mulheres e mais sobre foco. Sobre autoria. Porque, quando a gente se coloca no centro, o amor deixa de ser resgate e vira encontro. E isso, acredite, é muito mais moderno hoje do que qualquer tendência.


Desejos de consumo

Final de janeiro vem com aquela mistura de sentimentos, entre aproveitar os últimos dias das férias e se preparar para voltar à rotina. Amo ir, mas acho que gosto ainda mais de voltar e foi justamente pensando nessa sensação que fiz as escolhas desta semana no Iguatemi. Que bom estar de volta a São Paulo!

Na montagem acima, imagem de Slim Aarons, Swimming in Spain, 1970

1 - Sim, é hora de caprichar com esse look da NK — esse top me deixou fascinada!

2 - Ano novo, bolsa nova: essa da Ferragamo é justamente o que a gente precisa para voltar à ativa

3 - Confesso que é sempre bom a gente manter um ar de férias nos primeiros dias de volta à cidade: essas rasteiras de Valentino garantem o look e o conforto

4 - A Sisley é, sem dúvida, uma de minhas marcas de skincare preferidas do mundo! Acho que agora é hora de investir num bom creme noturno: o contorno dos olhos agradecem!

5 - Sim, é bom voltar pra casa, mas também é bom algo que nos remeta aos dias de sol e mar: esse prato da
Feira do Rosenbaum entrega!


No ar a minha conversa com a psicanalista Maria Homem.

Falamos sobre desejo, amor, relações e os impasses da vida contemporânea com a complexidade e a clareza que o tema exige.

Assista no YouTube:
https://www.youtube.com/a4e-i_zAXUA

3 perguntas para

Pode-se dizer hoje que virou quase consenso: o mundo quer ser brasileiro. Quer a música, a estética, o jeito de ocupar a vida sem pedir licença, de se comunicar, de viver o ócio. A autora e musicista norte-americana Tracy Mann chegou antes desse desejo virar tendência, quando ela ainda era só uma adolescente de 17 anos, na década de 1970, tentando encontrar um lugar para pertencer. Na mala, não havia um projeto de brasilidade, nem um imaginário sofisticado sobre o país. Havia, isso sim, um primeiro gosto de Brasil, que ela conheceu primeiro pelo ouvido. Não era “querer ser brasileira”, ela conta, mas sim querer ser baiana, querer até perder a identidade americana, de carona em mulheres que a marcaram. Quando Gilberto Gil lhe ofereceu a frase que batiza seu livro, “O mundo todo é Bahia” – que chega às livrarias nesta semana – ela guardou como mapa íntimo: virou um território que existe para além da geografia, um lugar para morar por dentro.

1. Quando você chegou aqui nos anos 1970, que “Brasil” existia no imaginário das pessoas de fora?

Era menina nessa época e não tinha noção do que o mundo achava do Brasil. Eu só sabia que o Brasil era um país tropical, onde se falava português. Na minha casa, meus pais curtiam bastante o disco do João Gilberto e Stan Getz – nessas músicas que foi o meu primeiro gostinho do Brasil.

Tinha 17 anos quando cheguei no Brasil e, como muitos adolescentes, procurava pertencer à alguma coisa maior que eu. Mas não cheguei querendo ser brasileira. Não conhecia nem o que era ser brasileira. A vida que encontrei na Bahia, a família que me acolheu e os artistas que moravam em Salvador na época me receberem com braços abertos. Senti a possibilidade dessa vida maior que eu procurava, cheia de música, arte e amor.


2. A narrativa clássica sempre empurrou artistas para o eixo Rio-SP. Você fez outro caminho: Por que não São Paulo – e o que a Bahia tinha de diferente?

Seria uma injustiça minha dizer que não encontrei nada de arte ou de artistas em São Paulo. Mas vivi em São Paulo dentro do padrão de intercambista; na Bahia me senti livre, não só das expectativas do meu programa de intercâmbio, mas de todas as restrições da vida de uma moça adolescente daquela época. Me senti livre para me encontrar, criar a minha própria identidade sem régua nenhuma. O mundo todo é Bahia é o mundo onde sempre procuro morar. Ele existe além dos territórios físicos. Existe no coração da gente.


3. Você escreve sobre um país atravessado pela censura e, ao mesmo tempo, por uma potência criativa transformadora. Como essas duas coisas coexistiam?

Sabe, essa pergunta é o centro do meu trabalho. Estou acabando um romance agora sobre a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, que trata desse mesmo tema. Acho que “O mundo todo é Bahia” também tenta entender isso. A potência criativa significa para mim algo indomável do espírito humano, quando no ato de criação superamos a censura, ditaduras, barbaridades.

Direto do meu Instagram

Essa Semana Eu…

Ganhei, de minha amiga Tereco Lino, uma medalhinha milagrosa que, junto com repouso e muita água de coco, me ajudou a enfrentar uma virose braba


Fiquei aliviada de saber que, depois do susto de uma queda, a poeta Adélia Prado está em plena recuperação


Comecei a me organizar para, quando chegar em São Paulo, me atualizar com os espetáculos de teatro: quero assistir à “Ópera do Malandro


Acompanhei, à distância, a semana de moda de Paris e confesso que nenhuma das grandes marcas me emocionou muito desta vez


Elegi Caetano Veloso todo de branco, com styling de Felipe Veloso, como o mais elegante do Festival de Verão


Fui pela primeira vez ao restaurante Boia e foi uma grata surpresa: tanto pelo local, uma casinha no Horto, quanto pelo peixes e sobremesas, tudo delicioso


Fiquei me organizando para tentar cumprir uma agenda pré-Iemanjá agitada, que incluía exposições, aniversários tantos agitos mais


Ganhei um Marzipã, coberto com chocolate amargo, que veio direto da Alemanha: não tenho palavras para descrever o quanto gosto de tudo isso


Fiquei louca com as fotos dos novos anéis de meu joalheiro preferido, o italiano Attilio Codognato, de Veneza


Achei muito engraçado ver Fernanda Torres, na plateia do desfile da Chanel, com Tilda Swinton e Nicole Kidman. Todas, é claro, na primeira fila, na maior conversa de comadres


Recebi em Salvador um exemplar da última edição da revista Velvet com uma reportagem sobre meu diário da viagem aos Bálcãs: ficou linda!


Acordei cedinho um dia com um lindo arco-íris na minha varanda, sobre a Baía de Todos os Santos: que bênção


Recebi o convite para o lançamento do livro da especialista em comunicação Olga Curado, “A Despedida”, que acontece na próxima quinta-feira, na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis


Fui celebrar a abertura da mostra encantadora de Beatriz Milhazes no Museu de Arte da Bahia: que noite especial!


Fui duas vezes jantar, cedinho, num restaurante japonês pequeno e charmoso: Sushi Barra, com um carpaccio de robalo inesquecível

Como era previsto, percebi uma invasão de modernos desembarcando em Salvador, sedentos por festa nesta temporada de Iemanjá


Fiquei organizando a agenda de volta a São Paulo, com várias consultas médicas para começar o ano em alinhamento


Vi o Tripadvisor’s Travellers’ Choice Awards Best os the Best coroar Londres como a melhor cidade do mundo para comer em 2026 — eu sinceramente acho isso há muito tempo, mesmo sabendo que o assunto é polêmico…


Soube que a Coreia do Sul lançou ônibus noturnos exclusivos para mulheres em grandes cidades, para aumentar a segurança de quem volta tarde, como trabalhadoras do turno da noite e estudantes


Marquei na agenda a estreia, dia 12 de fevereiro, de “Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette” — um dos casais mais míticos do mundo contemporâneo


Já fiquei apaixonada pelo hit “Olivia”, single lançado por Marina Lima, parte de seu próximo trabalho, o álbum “Ópera Grunkie”: que som mais maravilhoso!


Fiquei mega orgulhosa por Claudia Kopke ter sido escolhida como figurinista no próximo filme de Brian De Palma

Descobri que a Sephora lançou, em Paris, uma linha especial de batons, em parceria com os molhos de pimenta Tabasco: quero!

video preview

Não é de hoje que Samuca e a Selva têm ocupado espaço no mundo da MPB, em uma combinação de canções autorais com toques de jazz e música regional. A banda é liderada por Samuel Samuca, acompanhado de nove músicos, e é sucesso na cena contemporânea brasileira. Que bom trazer algo inesperado por aqui…

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