O valor do aqui agora, a sociedade do cansaço e o novo jeito de estar junto: vale?

Que semana foi essa? O escândalo, nos Estados Unidos, envolvendo a rede de amigos de Jeffrey Epstein fez reputações ruírem, trouxe às manchetes nomes de figuras conhecidas no circuito internacional: pensadores, pregadores dos bons costumes e dos bons comportamentos, grandes empresários, gente da política na França e da realeza europeia. Não está ficando pedra sobre pedra e, mais do que justificado, grupos de mulheres não se cansam de falar alto contra tamanha falta de respeito. De verdade? Está muito difícil entender tudo isso, escândalo sexual por lá, escândalo financeiro e também sexual por aqui. Para onde a gente olha, parece que só se vê problemas muito difíceis de resolver. Talvez seja hora de trazer tudo para a superfície, tirar de debaixo do tapete. Hora de redesenhar todas essas relações. Fevereiro começou e, junto com ele, que venha todo o trem das responsabilidades. Hora de ver a vida como ela é. E de lutar para que ela seja diferente.


AOS DETALHES!

Se tem uma coisa que não faz sentido é essa tendência perigosa de a gente adiar a felicidade para um outro momento no futuro: quando for viajar, quando tiver uma festa, quando encontrar o parceiro perfeito. Enquanto isso, a gente vai atravessando os dias, as semanas e os meses como se fosse uma sala de espera, olhando o relógio e sempre achando que o melhor está para chegar.

Ainda bem que um artigo na The Atlantic vira essa lógica do avesso e faz uma pergunta simples para os leitores: o que você faz para incluir pequenos momentos gostosos no seu dia? E aí vem o choque: quando as pessoas respondem com honestidade, a alegria aparece sem grandes malabarismos e muito mais pé no chão.

Tem gente que decidiu que o café da manhã não é um detalhe, e sim um rito. É bom lembrar: existe apenas um único primeiro gole do café em cada dia. Um. E isso basta para transformar o gesto em uma espécie de declaração íntima, silenciosa. Antes do mundo começar a demandar, existe essa pausa. Parece pouco, mas pode ser uma primeira pequena vitória.

Tem outros que marcam uma “reunião” com o cachorro e o gato logo no início do dia. Perguntam como dormiram, se a comida estava boa — amei. Isso, na verdade, significa dizer, de alguma forma, que lá tem vida, tem vínculo, tem presença — e como é bom começar o dia com alguma graça, né não?

Isso, no fundo, pode ser chamado de infraestrutura da alegria. Não no sentido grandioso, mas no sentido prático: uma base mínima que sustenta a gente quando não tem festa nenhuma acontecendo. Apenas uma decisão diária de onde pousar a atenção.

A vida extraordinária pode e deve acontecer no meio de uma quarta-feira comum. Tem surpresa melhor do que essa?


MANUAL DO ENCONTRO

Sabe o que eu acho mais estranho na vida adulta? A gente fica altamente funcional para reuniões, planilhas, prazos, mudanças de cidade, boletos. Mas, na hora de fazer amigo, entra em pane — como se essa habilidade tivesse ficado esquecida numa gaveta. Aí eu leio um guia que saiu no The New York Times sobre a tal “epidemia de solidão” e a verdade é que amizade, depois de certa idade, não cai do céu. Não acontece por gravidade. Exige gesto. E gestão também.

Gesto, quase sempre, parece um pouco ridículo — ah, que delícia! Por isso, uma das dicas é: seja “cringe”. Deixe o “cool” para as pessoas que querem parecer interessantes, e não serem amadas. Porque tem uma verdade meio dolorida aí: distância pode ser charme. Mas também é abandono. E, às vezes, nossa pose é só medo com roupa bonita.

Uma coisa que funciona é sair de uma conversa boa colecionando pequenas pontes para depois: um link, uma dica de padaria, um assunto que dá para retomar sem forçar. É quase um artesanato do vínculo, ou mesmo um tailor-made, uma alta costura.

Tem também algo que pode parecer ousadia, mas talvez seja educação mesmo, em estado bruto: mandar uma mensagem do tipo “soube que é seu aniversário, queria passar aí para celebrar com você”. Tipo se oferecer para simplesmente estar. Sem teatrinho. Sem o “vamos marcar” e não marcar nunca.

Também é bom riscar do mapa essa mania de fazer convites vagos. Que, aliás, nada mais é do que só uma forma elegante de não se comprometer. “Qualquer dia desses” é o paraíso do nunca. Já “jantar terça-feira” tem uma honestidade que é muito bonita. É dizer: cabemos na agenda real, não só na vida ideal.
E aí vem o ponto mais libertador de todos: baixar a régua do “para sempre”. A gente sempre sonha em ter uma alma gêmea que também vire amizade de verdade, um pacote completo, definitivo, com entrega garantida. Mas é bom lembrar que conexões mais leves também sustentam. Não trazem junto a adrenalina do romance, mas, em contrapartida, tem chão. Tem cotidiano. Tem aquela presença que não precisa performar intensidade.
Acho que a gente pode até traduzir tudo isso por meio de uma coisa que pode ser amizade como músculo: se não usa, atrofia. Se usa, dói um pouco no começo, depois vira força. E pode acontecer de vários jeitos: um meme enviado sem motivo, um sticker, um cartão-postal de uma viagem, uma planilha para não deixar o tempo engolir as pessoas. O importante é se mexer. Fazer o movimento. Ser um pouco corajoso, sim, até um pouco ousado. Porque o oposto disso não é elegância. É ausência…

JUNTOS, MAS SEPARADOS

Durante muito tempo, pedir um acordo pré-nupcial tinha cara de cena de novela: alguém trancando o cofre, levantando a sobrancelha e deixando o amor esperando do lado de fora. Só que o “prenup” parece ter trocado de figurino. Saiu do território do tabu e entrou na lista dos itens essenciais para os Gen Z e os Millennials. Uma matéria no portal americano Vox diz que ele virou o que chamam de “higiene financeira”.

Os números ajudam a entender essa mudança de humor. Uma pesquisa de 2023 mostra que metade dos adultos americanos toparia assinar e cerca de 40% dos jovens casados já assinou. O raciocínio é pragmático, e tem um fundo levemente triste: como 25% dos millennials são filhos do divórcio, o “felizes para sempre” deixou de ser garantia e virou possibilidade. Para essa turma, o contrato não é falta de amor: é responsabilidade.

O detalhe que chama atenção é quem costuma puxar a conversa. Muitas vezes, são as mulheres, com a mesma seriedade de uma negociação profissional, sem drama e sem culpa. Aparecem aplicativos para facilitar o processo e influenciadoras defendendo um argumento simples: você não aceitaria um emprego sem entender o pacote de benefícios, então por que entrar num casamento no escuro? E nem precisa haver uma grande fortuna em jogo. Até quem vive de um trabalho quer proteger o esforço, a entrada de apartamento e até um sucesso futuro que, se vier, não deveria virar problema lá na frente.

E aí entram as cláusulas modernas, que são quase um retrato da época. A briga não é só por imóvel. Tem contrato prevendo multa para quem falar mal do ex nas redes sociais, a tal “cláusula de imagem”, como se o amor também exigisse gestão de reputação. Tem destino de embriões congelados. E há advogados alertando para um capítulo digno do nosso tempo: traição com chatbots de inteligência artificial. Dependendo do que se conta para o robô, pode virar infidelidade no papel.

Especialistas falam também do “viés do otimismo”: apaixonados assinam acreditando que nunca vão se separar e, para provar que não ligam para dinheiro, aceitam termos ruins. Organizar o “meu” e o “seu” pode dar uma sensação de paz. Mas também tira um pouco da beleza daquela bagunça misturada que é viver junto. Será?
Começar já pensando no fim é prático, sim. Mas será que dá para ser prático sem matar o romance antes mesmo dele testar a própria sorte? Fica aqui a torcida…


CANSADAS E UNIDAS

Parece que a exaustão foi normalizada como estilo de vida, mas uma leitura no El País alerta que a chave virou. A nova e mais radical ambição do momento não é conquistar o mundo: é simplesmente repousar.

A jornalista Ana Morales, autora do livro “Estado civil: cansada”, toca na ferida: parar não é preguiça e sim sobrevivência. O problema é que a gente confundiu movimento com sentido — como se estar ocupada fosse prova de importância, quase um atestado de valor. Vivemos numa espécie de centrifugadora mental, girando por dentro, misturando tarefas com identidade. E, para as mulheres, tem um detalhe cruel: aquele velho mantra do “a gente dá conta de tudo”, que já soou libertador, virou armadilha silenciosa. Ninguém ensinou a gente a colocar limites, a dizer “não” sem ouvir, logo em seguida, aquele alarme interno da culpa. Um antivírus emocional que acusa: “irresponsável”, “fraca”, “egoísta”, só porque você ousou não fazer nada.

E aí vem o capítulo do “wellness performativo”: vela aromática, banho de espuma, retiro de fim de semana, tudo prometendo recarregar as pilhas em 48 horas. Só que, muitas vezes, isso vira mais uma expectativa na lista infinita. Desconectar é fácil, basta desligar o celular. Mas descansar é outra história. Descansar exige baixar a régua da exigência interna. Silenciar o diálogo severo que transforma pausa em culpa.

Talvez por isso a virada esteja acontecendo. Para as gerações mais novas, especialmente a Z, descanso deixou de ser fracasso. Virou rebeldia: um gesto contra um sistema que promete recompensas que nunca chegam. A proposta? Menos glamourosa e mais séria: sair da multitarefa e voltar a fazer uma coisa de cada vez, parar antes que o corpo grite. Vamos?

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VIDA SIGNIFICATIVAS

Tem uma coisa meio triste na maratona turística: a gente vai. Registra. Publica. Volta com um álbum perfeito e uma alma meio desalinhada. Como se tivesse passado por um lugar sem realmente ter estado ali. Mas ainda bem que aí, de repente, a coisa vira: as tendências não são mais onde ir, mas o jeito de viver o tal destino.

As novas apostas para 2026 têm um nome engraçado, quase de embalagem de farmácia: “Vitamina T”. Só que o T não é de cápsula. É de Tempo, Tranquilidade e Transformação. E isso diz muito sobre o nosso esgotamento. Segundo o relatório “Tourism Trends 2026”, bem-estar não é mais aquele “agrado” rápido, encaixado entre um museu e um jantar. Virou cultivo. Virou escolha. Virou ritmo.

Entra em cena o quiet travel, essa viagem que não quer barulho, nem multidão, nem obrigação de provar nada para ninguém. Quer silêncio. Quer uma mesa de café que demore. Quer a sensação de estar fora do modo urgência. Não à toa, vilarejos secundários na Itália começam a brilhar exatamente por não gritarem. Eles não pedem foto. Eles pedem presença.

E a conversa desce um andar. Não basta “não prejudicar”. O verbo da vez é regenerar. Deixar o lugar melhor do que a gente encontrou. Apoiar restauração de corais em Hainan, na China. Ou contribuir com a economia carbono zero de Queenstown, na Nova Zelândia. O viajante quer parar de ser plateia. Quer co-criar. Quer colher as ervas do jantar com o agricultor. Quer aprender com o artesão local. Quer participar, nem que seja um pouco e por um certo tempo.

Até os hobbies entraram no modo baixo volume. Tem um termo ótimo para isso: “hushed hobbies”. Observar pássaros. Catar ingredientes na natureza ou simplesmente olhar para o céu em áreas livres de poluição luminosa, no tal dark sky tourism — fiz isso no deserto do Atacama e simplesmente amei. Parece uma coisa mais comum, mas é justamente esse o luxo. Num mundo que fala alto o tempo todo, o silêncio virou artigo raro. Quase alta costura. E a tecnologia, mesmo a IA, aparece só como ponte e não como protagonista. Ela serve para nos levar ao autêntico e invisível. E depois, por favor, que saia de cena.

O que eu gosto nessa “Vitamina T” é que ela tem uma cara de filosofia disfarçada de tendência. A gente parou de viajar para fugir da vida e começou a viajar para voltar para ela. Voltar para o ritmo humano. Para a conversa sem pressa. Para a gente mesmo. A viagem deixa de ser sobre onde você foi e passa a ser sobre quem você virou no caminho. E isso é maravilhoso demais.


Desejos de consumo

Depois do descanso, a volta à rotina: eu gosto disso. Gosto de ir mas principalmente, gosto de voltar. E baseada no corre do dia a dia, fiz minhas escolhas no Iguatemi.

Na montagem acima, imagem de Henri Matisse, The Red Studio, 1911

1 - Para fazer bonito nos compromissos da volta, essa calça e essa camisa da Egrey garantem a elegância necessária

2 - Para carregar tudo para cima e para baixo e não esquecer nada pelo caminho, que tal essa tote Romy?
Da
Tory Burch!

3 - Para dar um trato nos cabelos castigados pelo sol e pelo mar, que tal esse super shampoo da Dominique Maison de Beauté?

4 - O primeiro sinal da volta? Treinos intensos, treinos diários: com esse conjunto de moleton da Alo Yoga, dá ainda mais vontade de malhar!

5 - Essa pequena carteira da Comme des Garçons é a cereja do look: vermelha e mega charmosa!


Nesta semana, a conversa é com Chiquinho Scarpa, um amigo de longa data.

Uma conversa feita com tempo, afeto e escuta, que vai além do personagem e das manchetes.

A conversa completa está no meu canal do YouTube.
https://www.youtube.com/K_rwg4et41E

3 perguntas para

Karina Haidar Müller trocou a advocacia tradicional por um trabalho que dá vida às ideias: propriedade intelectual, que é o conjunto de regras que reconhece e protege criações — marcas e nomes, patentes de tecnologia, desenhos de produto, direitos autorais e segredos de negócio — e organiza como elas podem ser usadas, licenciadas e remuneradas. Ali, ela une criatividade e técnica para que marcas, processos e softwares virem projetos claros, com titularidade, valor e plano de crescimento. No encontro entre inovação e sustentabilidade, Karina enxerga a propriedade intelectual não como barreira, mas como bússola: protege o que foi criado e ajuda a levar boas soluções mais longe.

1. O que levou você da advocacia tradicional para a estratégia de intangíveis e propriedade intelectual?

Nunca me identifiquei com a advocacia tradicional, embora tenha atuado nela e, obviamente, ela esbarre, ainda que de raspão, na minha atuação. Eu sou de uma geração (pós-boomers) que herdou aquela visão restrita das profissões, como se fossem caixas fechadas que não se comunicavam entre si. Mas também acompanhei a revolução que a tecnologia introduziu no nosso modo de vida – nasci num mundo analógico e vi ele se tornar digital. A propriedade intelectual entrou na minha vida há mais de 25 anos e trouxe o elemento criatividade num mundo muito árido. Entendi que esse ramo do direito, que estabelece a estrutura jurídica para proteger criações intelectuais (os ativos intangíveis) e que mal aprendemos na faculdade, está presente em praticamente todos os elementos de nossa vida. As marcas que consumimos, a tecnologia que nos auxilia no dia a dia, o entretenimento que nos tira da dura realidade, o que vestimos, as estruturas que trazem conforto à nossa existência, enfim, tudo aquilo que torna palpável o nosso modo de viver, que carrega a constante genialidade humana. Foi muito fácil, portanto, mergulhar de cabeça em assuntos estratégicos de intangíveis.


2. Você atua num terreno de propriedade intelectual para inovação e sustentabilidade. Como esses três temas se relacionam?

A crise climática e de biodiversidade escancaram a insustentabilidade de como construímos a nossa forma de viver neste planeta. Hoje, mais do que mitigação dos efeitos do aquecimento climático, já estamos na fase de adaptação àquilo que não mais podemos controlar e que se tornou irreversível em muitas camadas. Todas as medidas de mitigação ou adaptação demandam, em menor ou maior escala, tecnologia ou processos inovadores para conduzirmos as transformações necessárias a uma economia mais circular e sustentável. Basta ver os 17 Objetivos Sustentáveis da ONU. Propriedade intelectual e inovação caminham de mãos dadas, na medida em que a primeira materializa a proteção jurídica e econômica/financeira da segunda, sendo, portanto, uma ferramenta poderosa de compartilhamento de inovações em escala global. A propriedade intelectual é uma aliada essencial nas transformações cruciais que temos que empregar como sociedade e essa pauta e o uso estratégico de intangíveis precisam estar presentes de forma prioritária nos boards das companhias.


3. Em tempos de IA, como proteger a propriedade intelectual? Como funciona esse trabalho?

Acho que há muito fuzz em torno de criações geradas por Inteligência Artificial (IA) e quem seria sua titular. Acho que é preciso tomar cuidado para não entrar numa distração jurídica, ao menos aquelas discussões mainstream sobre o tema. A IA é um assistente sem precedentes na condução de assuntos estratégicos da propriedade intelectual. Uma IA treinada encurta processos burocráticos ou muito trabalhosos, agrega informações de forma objetiva e acelera a tomada de decisões embasadas, inclusive quando há uma matriz de risco relevante a ser administrada. Claro, desafios e problemas sempre surgirão e há esferas competentes para endereçá-los, mas, na urgência que vivemos de tomadas de decisões fundamentadas vis-à-vis a sustentabilidade de nossa sobrevivência, ignorar a IA ou se prender em amarras solúveis vai gerar retrocessos para quem não conseguir superar estas barreiras.

Direto do meu Instagram

Essa Semana Eu…

Fiquei orgulhosa do talentoso Pedro França ter sido chamado para participar da cobertura de carnaval na TV Globo


Me encantei com a festa para Yemanjá que acompanhei da varanda no Antiquário Itamar Musse — na véspera, já havia pego um barquinho para entregar a minha própria oferenda no mar do Rio Vermelho


Vou incluir na minha lista de programação paulista o espetáculo

"Mulher em Fuga” com Malu Galli interpretando texto de Édouard Louis no teatro do Sesc 14 Bis

Me diverti com os encontros e conversas com Beatriz Milhazes e sua mãe, Glauce Milhazes, em Salvador


Me encantei com a nova coleção da Adidas: mais cool, impossível


Cheguei em São Paulo e fui direto receber os bons tratos de Sandra Crepaldi na Casa Conceito de Mauro Freire: meus cabelos ficaram muito agradecidos e eu mais ainda


Estreei, com Giovanni Bianco, as minhas entrevistas deste ano para o YouTube


Recebi, de meu amigo Charles Cosac, os livros que ele lançou sobre Ingmar Bergman e Pier Paolo Pasolini: pequenas maravilhas


Fiquei emocionada com uma foto de Charlotte Perriand sentada em uma das cadeiras que ela criou, uma de minhas favoritas: foi num post de Luca Schiller


Acordei no meio da noite fascinada com a lua cheia na minha varanda baiana


Me deliciei com os docinhos que ganhei de Priscilla Diniz


Fiquei sonhando com uma saia lápis de couro vermelha que vi, de Tory Burch


Me deliciei com uma torta de camarão, milho, palmito e tomate feita por Ivana Borges, minha funcionária querida em Salvador: um sonho!


Descobri que as sardinhas são as novas queridinhas da geração Z: saíram do “lanche esquecido” para virar estrela de jantar, dica de skincare e aposta fitness pelo tanto de proteína — eu amo!


Soube que, no Japão, existe um bar para quem está pensando em trocar de emprego, com drinks grátis e foco total em conversar sobre carreira: o “Tenshoku Sodan Bar” fica perto da estação de Yokohama e os “bartenders” são orientadores profissionais, com atendimentos individuais em salas privadas, sem currículo e sem terno — engraçado, não?


Fiquei encantada com os novos sapatos criados por Matthieu Blazy para Chanel: modernos, mas revisitando a história da marca


Entrei no túnel do tempo bebendo um lampone spritz no bar do hotel Fasano em Salvador


Antes de voltar a São Paulo, fiz um tour pela rua 2 de Julho e depois um passeio pela ponta de Humaitá — dois endereços não tão conhecidos, mas profundamente lindos em Salvador


Assisti ao clipe da cantora Lia Levin, “Intermitência”: a canção fala de um relacionamento abusivo e o clipe conta com a participação do ator Thomás Aquino


Recebi o convite para o Baile da Arara, na próxima sexta-feira, no Rio — como eu gostaria de estar lá…


Soube que começaram as comemorações dos 20 anos do Maní, sob comando da chef Helena Rizzo: acompanho o trabalho deles desde o início e estarei lá, pois sou grande fã

Voltei para São Paulo, comecei a matar as enormes saudades que eu estava dos meus três cachorrinhos, tirei o duplo J — um pequeno cateter que havia sido instalado por causa nos meus cálculos dos rins — e acredito que estou pronta para começar, de fato, o ano: viva!

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Tudo que é de Seu Jorge eu amo: o suingue, a voz, a performance, o jeito. Aqui, em “Shock”, ele se junta aos baianos Magary Lord e Pierre Onassis. Difícil mesmo é ficar parado…

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