A semana começou com o estouro do fenômeno Bad Bunny e continuou com outros estouros nada bem-vindos, como os de Jeffrey Epstein, Dias Toffoli, Banco Master e toda essa encrenca que continua a brotar debaixo dos tapetes. Ao incluir toda a comunidade latina do mundo na sua performance, que atingiu, só naquele momento, cerca de 133 milhões de pessoas, Bad Bunny deu uma injeção de ânimo, de reconhecimento, de visibilidade e de alegria em todos aqueles que sempre se sentiram meio colocados de escanteio: essa foi a parte mais maravilhosa da semana. Sempre tenho dito, ou melhor, repetido o que muita gente já sabe e fala: a arte salva. Bad Bunny nos salvou. O filme Hamnet, uma preciosidade raramente vista, dirigido por uma mulher chinesa, Chloé Zhao, também está aí pra nos resgatar: já me salvou. Os acontecimentos assustadores estão explodindo aqui e ali, de todos os lados e com alta intensidade, minando qualquer possibilidade que a gente tenha de sonhar, de fazer, de concretizar. Mais uma vez acredito que são as manifestações artísticas, profundas e necessárias, que vão nos salvar. Vamos, pelo menos, escolher em quem nos agarrar. Ah, e viva o Carnaval, essa celebração tão maravilhosa, única e necessária!
Ilustração: Maria Eugenia
ATENÇÃO, NEBLINA
Todo começo de ano tem aquele ritual meio infantil e meio necessário: a gente promete que agora vai, organiza listas, inventa um “daqui a seis meses” e finge que o tempo é um corredor com placas bem iluminadas. Só que tenho percebido em mim e ouvido de amigos uma coisa estranha: a dificuldade de enxergar além da próxima semana. Como se o futuro tivesse virado uma ideia abstrata.
Li no The Guardian um nome para esse travamento: “policrise”. E faz sentido: é muita coisa junta, empilhada, competindo pelo mesmo pedaço de atenção. Instabilidade econômica. Incerteza política. Crise climática. O medo da inteligência artificial. Os escândalos sexuais respingando em tudo o que é lado, tudo ao mesmo tempo, como um feed que não acaba. Nessa reportagem do jornal, o psicólogo Steve Himmelstein contou que tem visto pacientes que “perderam o futuro”. Ele disse, com uma gravidade que assusta, que esse desânimo soa até mais forte do que no pós-11 de setembro. Não é pouca coisa.
Tem uma explicação que me pegou porque é simples: o cérebro, para imaginar o amanhã, usa o material do ontem. Ele pega memória, reorganiza, monta cenário. Quando a incerteza fica radical, esse mecanismo entra em curto. Não é preguiça, nem falta de ambição: é pane mesmo. E aí vem um dado meio cruel: nesse estado, a gente consegue imaginar 25% menos possibilidades para a própria vida. É como se a mente economizasse futuro para não gastar energia em vão.
O texto traz um respiro histórico que eu achei importante: o antropólogo Daniel Knight lembra que a humanidade já passou por fases assim, inclusive na crise da dívida na Grécia. E que até as turbulências do século 17, que pareciam só desordem, abriram espaço para o Iluminismo. A ideia dele, para o agora, é bonita: criar “micro-utopias”. Em vez de tentar desenhar os próximos dez anos, construir pequenos futuros habitáveis no curto prazo: talvez um clube de ciclismo, um jantar com amigos. Um pedaço de comunidade onde a vida ainda obedece a alguma lógica.
O psiquiatra austríaco Viktor Frankl chamava isso de “otimismo trágico”. Não é otimismo de frase pronta. É o tipo de fé que não nega o caos, mas se recusa a entregar a chave da esperança. Talvez o ponto, hoje, não seja prever: seja escolher. O futuro como todo pode estar nebuloso, mas a curto prazo ainda é tarefa nossa. E isso, convenhamos, já é um alento.
Simples, mas profundo / Fotos: Reprodução Instagram
UMA VIDA SIGNIFICATIVA
Pensando em alternativas para 2026, encontrei a melhor resposta para esse barulho em um lugar improvável: um limpador de banheiros de Tóquio. Hirayama, personagem de Perfect Days, filme de Wim Wenders. Quem assistiu lembra que ele vive uma vida que, no nosso vocabulário atual, parece quase um ato de rebeldia. Ele não quer “chegar lá”. Ele não está em busca de uma versão melhorada de si mesmo. Ele, simplesmente, está ali.
O mais interessante é que o filme, que fez muito sucesso, não vende essa rotina como castigo. Vende como escolha. O mesmo horário. O mesmo trabalho. As mesmas refeições. E, ainda assim, nada soa mecânico porque existe intenção. Existe ritmo. Existe um tipo de liberdade escondida nessa ideia de “suficiente” que a gente desaprendeu a respeitar.
A inversão é potente. Crescer nem sempre é subir. Às vezes, é parar de fugir. Hirayama não é retratado como eufórico, vibrando em alta frequência, colecionando conquistas para provar valor. Ele é presente. E isso, hoje, parece luxo mesmo. Ele encontra riqueza no que passa batido: a luz atravessando as folhas, uma fita cassete antiga com uma canção que ele gostava, o gesto simples de observar pessoas desconhecidas sem exigir nada delas.
Fico pensando se “dias perfeitos” não são dias extraordinários. Talvez sejam dias em que a gente não se abandona. Em que a gente escolhe o próprio tamanho, com algum bom senso, sem precisar performar ambição para plateia nenhuma. Um dia de cada vez, com atenção. Olha, isso já é um trabalho imenso. E muito bonito.
Teve um tempo em que o termômetro do aperto econômico era um batom. Lá em 2001, depois do 11 de setembro, Leonard Lauder, da Estée Lauder, uma das maiores empresas de cosméticos de luxo do mundo, percebeu um padrão: quando o mundo encolhe, a gente tenta salvar o prazer no que cabe no bolso. Se a bolsa de grife fica impraticável, o luxo se concentra num tubinho bem escolhido. Um pequeno brilho. Um “pelo menos isso”.
Só que a prateleira mudou. E o batom da vez é a comida. Não que o desejo por beleza e conforto tenha evaporado, ele só trocou de embalagem. A grande compra pesa, o cartão dá aquela tosse seca, e a gente continua querendo uma recompensa que pareça segura. O status escorreu do carro na garagem para o carrinho do supermercado. E, nesse cenário, a “little treat culture” virou quase uma ética: se você não leva a tote bag da Saint Laurent, você janta no restaurante de sushi da marca — sim, agora as etiquetas mais famosas têm cafés, restaurantes, etc. Você não compra o objeto, mas compra a sensação. E, de quebra, sente o gosto. Literalmente.
A moda, claro, farejou isso com a precisão de quem vive de captar o ar do tempo. As passarelas de primavera/verão 2025 ficaram com fome. De repente, o que se come virou ornamento, virou tema, virou fetiche: bolsa de aspargos e tomates na Loewe, broches de ovo frito na Moschino, Jacquemus fazendo branding até em tablete de manteiga. E, para provar que a fronteira entre o armário e a despensa já foi para o espaço, lá vem a marca Kate Spade de mãos dadas com o ketchup Heinz. A comida ganhou carreira. Entrou no closet.
O curioso é que isso não tem nada de inocente. Quando um tomate vira bolsa, ele deixa de ser ingrediente e vira linguagem. Ele não precisa ser mordido. Precisa ser visto. Postado. É como se a ida ao mercado fosse um desfile, e a gente entrasse no corredor de frutas com a postura de quem está “fazendo conteúdo”. É sinal de acesso a produtos premium. É o luxo reembalado em coisa cotidiana.
E aí entra outra saia justa. Enquanto o mundo transforma comida em acessório e faz do apetite um objeto de desejo socialmente aceitável, a magreza dos anos 90 volta com força total. O relatório da Vogue Business mostrou que quase 95% das modelos nas últimas semanas de moda vestiam tamanhos pequenos, como se a década passada, com sua conversa sobre diversidade de corpos, tivesse sido um intervalo que a indústria resolveu encerrar sem cerimônia. E, com a explosão de Ozempic, Mounjaro e similares, o paradoxo fica quase cruel: a comida domina o imaginário, mas a regra implícita é não comer.
Parece até que a gente transformou pão e legumes na mesma lógica de bolsa de grife: serve para compor o look, para contar uma história de bom gosto, para sinalizar pertencimento. Mas consumir com prazer, com presença, com gosto mesmo… isso vira um gesto suspeito. O apetite vira aspiracional. A gente veste o que come, desde que não precise dar uma mordida de verdade. É elegante, é esperto, é simbólico. Mas não é real.
Ilustração: Maria Eugenia
MENOS SEMPRE FOI MAIS
Quem nunca abriu o guarda-roupa, encarou aquela multidão de opções e pensou: “não tenho nada para vestir”? Aí vem a ironia em forma de dado: o consumidor médio americano compra 68 peças de roupa por ano. Sessenta e oito. E, mesmo assim, segue dizendo “não tenho nada”. O relatório do instituto Hot or Cool, em Berlim, resolveu estragar a festa e simplificar a vida com sinceridade matemática: se a gente quer ficar minimamente alinhado ao Acordo de Paris, o número tolerável seria cinco peças novas por ano. Pois é.
Teve gente que foi testar se isso era possível e contou ao The Guardian que o inesperado aconteceu: em vez de sofrimento, veio uma espécie de diversão. A pessoa não comprava. Ela circulava. Alugava, trocava, remendava. Como se a roupa voltasse a ter uma história, não um reflexo automático do cartão de crédito passando. Ela entendeu: o desafio não era ser virtuosa, era ser criativa, ter glamour sem colecionar. O que mais me pegou nessa experiência não é a penitência. É o jogo mental. O jeito como, sem a válvula de escape da compra, a gente é empurrado para soluções que estavam ali, escondidas atrás do excesso. Teve gente “pegando emprestado” o blazer do marido. Teve gente tingindo roupa antiga de preto e sentindo como se fosse nova. Teve gente descobrindo a felicidade muito específica de um aparelhinho elétrico que tira bolinhas de tricô, essa coisa quase terapêutica de ver a peça voltar a ter cara de dignidade.
Claro que dói onde a cultura do consumo mora: na dopamina. Aquele alívio instantâneo que a gente compra sem nem perceber que está comprando alívio, e não roupa. É aí que o experimento fica sério. Porque, num mundo em que marcas despejam milhares de novidades por dia, não comprar deixa de ser “falta” e vira posição. Quase um pequeno ato político. Uma micro greve íntima.
E tem outro efeito colateral que acho precioso: quando você não corre atrás da trend da semana, você é obrigado a encarar uma pergunta meio esquecida: qual é o meu estilo, afinal? O meu, de verdade?
A matemática é cruel, mas libertadora. A gente usa mesmo só 20% ou 30% do que tem. O resto é ruído, culpa, promessa pendurada em cabide. Talvez o luxo real, hoje, seja reduzir o volume para ouvir melhor a própria escolha. Cinco peças novas em doze meses? Não parece uma regra. Parece um espelho. Será que a gente aguenta?
Mais foco e menos cenário / Fotos: Reprodução Instagram
UM NOVO OLHAR SOBRE SAÚDE
Tem uma fantasia muito confortável circulando por aí: a de que bem-estar é uma espécie de “decoração”. Você acende um incenso, faz uma cara contemplativa, escolhe uma trilha sonora etérea, toca um sino e pronto. A paz chega, educada, por osmose. Só que 2026 parece ter perdido a paciência com essa estética do sossego: a conversa ficou mais dura. E, curiosamente, mais simples. É corpo. É fisiologia.
De repente, o protagonista é o sistema nervoso. A palavra-chave não é “equilíbrio” como ideia bonita. É regulação. E quando a gente lê que cerca de 70% dos sintomas que levam as pessoas aos médicos hoje têm a ver com essa desregulação, dá um gelo. Não é frescura. Não é falta de gratidão. É uma engrenagem interna pedindo socorro em linguagem de sintoma.
A meta, então, não é virar alguém “calmo”. É treinar um sistema resiliente. E aí entram as cenas que parecem roteiro de disciplina: banhos gelados, monitoramento da variabilidade da frequência cardíaca, respirações curtas para cortar a ansiedade antes que ela vire uma novela completa.
O sono também foi promovido. Virou terapia consciente, com protocolo e tudo. Porque quando a ciência avisa que a privação de sono pode aumentar o cortisol, hormônio do estresse, em até 60%, a gente entende que não está brincando de cansaço. Está brincando com o corpo. Quarto refrigerado. Nada de cafeína depois das 16h. Horários consistentes, inclusive no fim de semana. O luxo, no caso, é ser previsível.
E aí vem a reviravolta mais curiosa: a emoção, essa entidade que a gente trata como puro mistério, começa a aparecer amarrada ao intestino. A tal conexão intestino-cérebro deixa de ser papo abstrato e vira um recado bem direto: comer melhor, com mais fibras e fermentados, não é só saúde “de dentro”. É estabilidade de humor. Intestino saudável como sinônimo de bom humor. Quem diria que o temperamento também mora no prato.
Para fechar a conta, a prescrição é quase infantil de tão óbvia: voltar para o mato. Passar tempo na natureza reduz a atividade do sistema nervoso simpático (o do estresse) em até 30%. A gente passou anos sofisticando o autocuidado até ele virar um espetáculo, e agora descobre que o essencial está naquilo que sempre esteve aí: luz do dia, corpo em ritmo humano, vida menos encapsulada.
A sofisticação de 2026 é incrivelmente pouco glamourosa: respeitar a biologia. Pegar sol. Dormir direito. Respirar com consciência quando o coração dispara. Comer com fibras, com fermentados, com um mínimo de juízo. E lembrar que o corpo não é cenário. É ferramenta de recuperação.
Sim, os dias são de Carnaval, mas como nem todo mundo gosta de participar da festa — eu amo! — decidi fazer minhas escolhas esta semana nas vitrines do Iguatemi pensando no colorido e no astral destes dias. Portanto, pra quem brinca e pra quem não brinca, aqui vão minhas sugestões!
Na montagem acima, imagem de Carybé, Três Tocadores, 1980
1 - Pronta para a folia? Claro que com este vestido de Betina de Luca para a BDLN , toda hora é hora!
3 - Que tal arrematar o look com esse anel da Sauer? Perfeito!
4 - E se a chuva quiser chegar, a gente deixa ela vir: claro, devidamente paramentada com esta capa da Osklen
5 - Colorida e animada, mas chique: que luxo essa bolsa da Gucci…
Nesta semana, a conversa é com Giovanni Bianco, amigo de longa data e parceiro de provocações e divergências que sempre nos fazem pensar melhor.
Falamos sobre trajetória, disciplina, intuição, medo, ego e o que quase nunca aparece quando se fala em sucesso: o custo. Giovanni relembra o começo na feira com os pais, a ida para Milão, os encontros com artistas e marcas que moldaram sua carreira e a construção, nada glamourosa, do processo que sustenta tudo isso.
Breno Loeser é artista visual e designer, nascido em Sergipe e trabalha com o Brasil como quem trabalha em uma encruzilhada: nada de identidade única, lisa, pronta para vitrine. Sua obra nasce do encontro entre o sagrado e o popular, da rua e do corpo em festa, e trata espiritualidade, filosofias africanas e indígenas não como “referência estética”, mas como estrutura de pensamento, tempo e coletividade. É com essa lente que ele assina projetos de grande circulação, como a identidade visual do Rio Carnaval 2026, concebida como um “portal de encantamento contínuo” que não cabe em quatro dias: vibra em cores, texturas e formas em fluxo, e tenta traduzir um Carnaval múltiplo e extraordinário.
1. Como as matrizes afro-brasileiras e indígenas entram na sua ideia de Brasil? Aliás, você acha que existe só uma brasilidade?
Acho impossível falar de uma única brasilidade. O Brasil é uma encruzilhada viva, feita de camadas, contradições e encontros. As brasilidades que mais me atravessam nascem da mistura entre o sagrado e o popular, da rua, do corpo em festa, da espiritualidade que resiste mesmo quando tentam silenciar. Me interessa um Brasil que dança enquanto pensa, que cria linguagem a partir do que parece pouco e que transforma a lágrima em estética. Em rito coletivo.
Para mim, as matrizes afro-brasileiras e indígenas não são referência estética, são base de pensamento e construção. Estão na lógica do tempo não linear, no respeito à ancestralidade e na ideia de coletividade como potência pedagógica. Isso atravessa desde o processo criativo até as decisões mais racionais. Não é sobre ilustrar símbolos, é sobre pensar o design e a arte como ferramentas e encruzilhadas para compreender corpos vivos, com memória e com espírito.
2. Você sente que sua arte tenta reescrever um Brasil que foi narrado por outros?
Não sei se penso em reescrever, mas em recontar a partir de dentro. Durante muito tempo o Brasil foi representado por um olhar de fora, muitas vezes como exótico ou simplificado. O que faço é trazer complexidade, subjetividade e espiritualidade como camadas legítimas da linguagem brasileira. Faço isso através de pesquisa simbólica, escuta e também da forma. Cor, tipografia e composição viram ferramentas narrativas que deslocam o olhar comum. Penso tudo a partir de quem eu sou. Nasci em Sergipe, vivo e respiro espiritualidade, filosofias africanas e indígenas. Sou brasileiro. Minhas mãos expressam minha identidade, que faz parte desse grande terreiro que é o Brasil.
3. Você disse que pensou o Carnaval como um “portal de encantamento contínuo”. Como isso virou cor, textura, forma, tipografia?
Quis fugir da ideia do Carnaval como algo que começa e termina em quatro dias. O encantamento contínuo aparece em cores que vibram, em texturas que parecem estar em movimento, em formas que nunca se fecham completamente. É um encantamento em fluxo, que se expressa no meu próprio traço e na gestualidade. O resultado é esse encontro com um carnaval que se faz o ano inteiro. Quando a festa ainda não chegou na avenida, ela já está sendo construída nos barracões, nas casas, nas ruas. Todo mundo faz parte da construção e da celebração da vida que é o carnaval. Esse é o carnaval em que eu acredito.
Me vi falando todos os dias sobre a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl: que redenção!
Vibrei demais com as cenas que vi na novela “Três Graças” juntando o cantor Belo e sua ex, a maravilhosa Viviane Araújo: superatriz, musa do Carnaval — os dois viveram um casamento tórrido e agora é muito engraçado ver os dois em cenas de sedução — viva Aguinaldo Silva, o autor!
Fiquei roendo as unhas enquanto assistia aos ensaios das escolas no Rio e ao início do Carnaval em Salvador — como eu amo tudo isso!
Descobri que Natalie Klein trouxe para sua loja NK as roupas de Phoebe Philo, uma de minhas estilistas preferidas de todos os tempos
Fiquei emocionada ao ver Ivete Sangalo levantando a imensa plateia de carnavalescos que foi ao trio dela, no Parque Ibirapuera — que emoção ver aquilo tudo
Participei de um jantar inesquecível no restaurante Miyabi, com cozinha kaiseki e harmonização de sakes da Nanbu Bijin importados do Japão por Fabio Ota, da Mega Sake: que sonho
Gravei entrevistas para meu canal no YouTube com o arquiteto Marcio Kogan, Costanza Pascolato e Bob Wolfenson — quanta riqueza
Festejei com muito orgulho os figurinos da equipe brasileira nas Olimpíadas de Inverno, criados por Oskar Metsavat com a Moncler: que ousadia e que sofisticação!
Fiquei chateada que não estarei em São Paulo nos dias que Bad Bunny vai se apresentar por aqui, no Allianz Parque
Me debulhei de tanto chorar, alto até, ao assistir ao filme Hamnet: sensível, delicado e profundo, com atores excepcionais e uma direção idem — recomendo super
Me submeti aos bons tratos de minha dermatologista, dra. Paula Rahal, que trata da minha pele na Clínica Dr. Otávio Macedo & Associados, com o que há de mais moderno no mundo
Tive vontade de sair correndo comprar os apetrechos para práticas de ioga e treinos lançados pela Zara — vou atrás
Toquei piano com Zeca Veloso no belíssimo Teatro Iguatemi, depois de entrevistá-lo para o canal Somos Conversa, sobre o show que ele fará lá mesmo, no dia 7 de março — foi lindo…
Comecei a comemorar antecipadamente os 50 anos de arquitetura de Isay Weinfeld, que serão celebrados em uma exposição que estreia dia 5 de março, no Instituto Tomie Ohtake
Descobri que o anel de divórcio virou o novo símbolo de status: em vez de guardar as mágoas (e os diamantes) na gaveta, a ordem é transformar as alianças e solitários antigos em joias para usar no dedo médio, no indicador — e até no mindinho — para celebrar a "carreira solo" com muito brilho e zero nostalgia
Assisti ao novo filme da Vivo sobre hiperconexão e uso exagerado de telas: que mensagem forte e muito necessária! Convido todo mundo a refletir sobre isso assistindo aqui: https://v.vivo/JoycePascowitch
Pela primeira vez, em décadas, estou passando o Carnaval em São Paulo: apesar de gostar da bagunça, da animação, da excitação e da muvuca, sabe que eu estou até achando graça em não estar em Salvador e nem no Rio?
Que delícia, que astral, que tudo essas duas juntas, cantando um clássico do grupo Raça Negra! Mart’nália e Luísa Sonza cantando “Cheia de Manias” é tudo o que eu queria, como um respiro num domingo de Carnaval! Estamos juntas, queridas!
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